Segunda-feira, Outubro 15, 2007
Sábado, Outubro 21, 2006
software PACON2006
Damos aqui nesse espaço, nossos parabéns pelo belo trabalho desenvolvido pelo Prof. Dr. José Milton de Araújo, não apenas pela sua coleção de livros sobre a NBR6118:2003 - revisão março de 2004, mas também pelo software PACON2006 - Programa Auxiliar para projeto de estruturas de CONcreto.
Tivemos a grata satisfação em testá-lo e obtivemos excelentes resultados. Aplica-se a inúmeros casos de cálculo de forma ágil e segura.
website : http://www.mikrus.com.br/~ed.dunas/
e-mail : ed.dunas@mikrus.com.br
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Que tipo de telha usar?
O tipo de telha a ser usado depende, em primeiro lugar, do estilo arquitetônico adotado e depois do tipo de telhado e região onde será construída a obra.
Outro item muito importante e que não deve ser esquecido é o conforto térmico que a telha irá proporcionar, tendo em vista que nosso país é possuidor de clima tropical e sub-tropical, ou seja, temos mais incidência de calor na maior parte do ano.
Se considerarmos apenas este item, a telha a ser escolhida será a do tipo cerâmico (de barro), pois é a que melhor atende as necessidades de proteção térmica.
Os telhados de cobertura cerâmica podem usar telhas formadas por duas ou por uma peça. As mais conhecidas são as de peça única: francesa, romana, americana, portuguesa, brasília. As de peças duplas são: plan, colonial, paulista.
Claro que os nomes variam de região para região, mas em geral, são esses os mais conhecidos. A maior parte das telhas, de peça única, tem um canal que conduz a água e uma capa que faz a junção entre os canais. As de peças duplas, cada parte tem sua função definida na utilização – o canal e a capa – igual às de peça única.
O projetista irá determinar a inclinação do telhado de acordo com o tipo de telha escolhido, tendo o cuidado de verificar a predominância dos ventos e sua intensidade, pois cada tipo tem um caimento mínimo exigido por norma e recomendado pelo fabricante. Se não for obedecida a angulação mínima, com certeza o telhado apresentará goteiras em dias de chuva intensa. Não é possível dizer qual o tipo de telha mais indicada, e qual a melhor, para determinado telhado, pois cada caso é um caso.
Pode-se, sim, orientar qual seria a mais apropriada para esta região e para atender as indicações do projetista. Outro item importante é o que trata da estanqueidade da cerâmica com relação às águas de chuva. O teste de verificação é muito simples de ser realizado, e todos deveriam fazê-lo para que surpresas desagradáveis não aparecem no decorrer dos anos – deixar a telha debaixo de uma torneira escorrendo um filete de água de mais ou menos 1mm, por cerca de hora e meia. Se não apresentar nenhum tipo de umidade, na face posterior, após esse período, a telha pode ser considerada de boa qualidade e apropriada para o uso, sem inconvenientes.
O transporte e armazenagem, também devem merecer cuidados especiais, pois além de prejudicar o aspecto da telha (sujeiras, manchas, etc.) podem surgir trincas ou mini-fissuras invisíveis a olho nu, que trarão problemas no decorrer da vida útil da edificação. Portanto, recomendamos muita atenção na hora da escolha do fornecedor e principalmente na compra, afinal “quem sai na chuva é pra se molhar”. Que não é o nosso caso. Queremos, sim, evitar de nos molhar.
Engº Geraldo Cogorno
Coordenador e Professor da Faculdade de Engenharia Civil de
Ponta Porã, nas disciplinas 'Materiais de Construção' e 'Construção Civil'.
Engenheiro Civil pela Escola de Engenharia da Universidade Mackenzie em 1977.
gcogorno@terra.com.br
fonte : Revista Engwhere nº 57 - ano 05 - 1º de outubro de 2006 - www.engwhere.com.br
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Custo comparado :
Mezanino de madeira X painel treliçado de concreto
A construtora Valemar foi contratada para o serviço e, como primeiro passo, instalou vigas metálicas nos pilares de concreto armado já existentes no local.
Mezanino de madeira X painel treliçado de concreto
A construtora Valemar foi contratada para o serviço e, como primeiro passo, instalou vigas metálicas nos pilares de concreto armado já existentes no local.
O material daria sustentação a qualquer uma das alternativas de laje em estudo. A resistência das duas opções, já especificada, era de 500 kgf/m².
"Havia ainda a exigência do cliente para assentarmos piso de porcelanato em toda a sala", descreve o arquiteto responsável pelo projeto e pela execução da obra, Lúcio Fábio Araújo.
Realizado o comparativo de custos, descobriu-se que o sistema mais barato seria o de painéis de madeira - também chamados de painéis wall. "Além da economia, consideramos a maior velocidade e simplicidade na execução, já que o material não gera entulho, porque vem acabado", explica Araújo.
fonte : Newsletter Construção Mercado nº 63 - 20 de outubro de 2006 / Editôra PINI
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Quinta-feira, Outubro 19, 2006
O que esperar de um bom software para Lajes Treliçadas
Um bom software para dimensionar Lajes Pré-fabricadas Treliçadas deve calcular obedecendo as normas vigentes, ou seja, atualmente pelas NBR6118:2003 revisão março/2004,NBR14859-1e2, NBR14860, NBR6120, básicamente.
Deve calcular a Laje no ELU - Estado Limite Último (flexão e, portanto, as suas armaduras positivas e negativas), no ELS - Estado Limite de Serviço (deformações em todos os aspectos de utilização da laje) ou seja, as Flechas 'Inicial' (ou instantânea), 'Imediata' (calculada nos Estádios I e II do concreto) considerando a fissuração da seção em estudo e finalmente, Diferida, ou seja, ao longo de um tempo de vida útil prevista, considerando os efeitos da fluência.
Deve calcular atendendo também os limites de aberturas fissuração prescritos pela norma, no caso, a NBR6118:2003. Deve também calcular a resistência da Laje ao efeito de Cisalhamento, ou seja, em seus apoios sobre as vigas de contorno, onde criam-se tensões de corte vertical no concreto da laje.
Deve oferecer um Relatório (Memória de Cálculo) deste cálculo para fins de documentação posterior.
Cumpridas estas condições, básicas para um software sério, pode-se concluir que os problemas referentes à uma Laje Treliçada, ficarão em muito, diminuídos.
Observe-se ser muito importante ressaltar que, todo cálculo que acompanhe uma Laje Pré-fabricada, deve estar devidamente assinado pelo Engenheiro Responsável, junto à sua ART.
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Responsabilidade do fabricante de Lajes junto aos CREAs
A venda de Lajes Treliçadas é quase sempre realizada por um funcionário de uma fábrica, que promete : 'um produto de alta qualidade' e 'calculado por engenheiro'. Este é o vendedor de Lajes.
A única maneira do consumidor se resguardar contra qualquer propaganda enganosa em um produto ou prestação de serviço na área da engenharia, é exigir ART - Anotação de Responsabilidade Técnica, que é um documento ligado ao CREA - Conselho Regional de Engenharia, e com fornecimento obrigatório dos fabricantes de lajes, aos seus consumidores.
Fica evidente que somente os fabricantes registrados no CREA e, portanto, com um Engenheiro Responsável, ficam habilitados a fornecer tal documento, o que nos remete a condição de que, se um fabricante se recusar a fornecer uma ART a um comprador, das duas uma, ou tem o registro, mas não quer fornecer o documento (que é um direito de quem compra, igualmente a uma nota fiscal) ou sequer está registrado no CREA, o que é muito pior, já ficando aí provado não possuir um Engenheiro civil em seus quadros técnicos. Este é o caso do verdadeiro 'fundo de quintal'.
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